OMS estuda declarar emergência mundial pelo vírus zika

EUA e Europa registraram casos da doença entre viajantes. Há indícios de que o vírus provoca malformações congênitas.


A Organização Mundial da Saúde (OMS) avaliará nesta segunda-feira (1º) em Genebra se o vírus zika, que pode ser o responsável pela multiplicação das malformações congênitas na América Latina, deve ser considerado uma emergência de saúde pública internacional.


Chan se referia a síndrome de Guillain-Barré, um problema no qual o sistema imunológico ataca o sistema nervoso, chegando a provocar paralisia em alguns casos. O Brasil fez um alerta em outubro sobre um número elevado de nascimentos de crianças com microcefalia na região Nordeste. Atualmente há 270 casos confirmados e 3.449 em estudo, contra 147 em 2014. O Brasil notificou em maio de 2015 o primeiro caso de doença pelo vírus zika. Desde então, "a doença se propagou no país e também em outros 22 países da região", aponta a OMS. Com mais de 1,5 milhão de contágios desde abril, o Brasil é o país mais afetado pelo vírus, seguido pela Colômbia, que no sábado anunciou mais de 20.000 casos, 2.000 deles em mulheres grávidas. O alerta também soou na Europa e Estados Unidos, onde o vírus foi detectado em dezenas de pessoas que viajaram ao exterior.



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